| Vai deslizando num lago azul. O meu navio também flutua Nos verdes mares de Norte a Sul. Linda galera que em noite apagada Vai navegando num mar imenso Nos traz saudades da terra amada Da Pátria minha em que tanto penso. Qual linda garça que aí vai cruzando os ares Vai navegando Sob um belo céu de anil Minha galera Também vai cruzando os mares Os verdes mares, Os mares verdes do Brasil. Quanta alegria nos traz a volta À nossa Pátria do coração Dada por finda a nossa derrota Temos cumprido nossa missão. |
19.7.07
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PERFIL
- Mônica
- Sou como todo mundo Dias felizes...Dias tristes Horas rindo... Outras chorando Amo e sou amada Sou de tudo um pouco e assim vou levando! Não sou Poetisa, apenas rabiscos meus sonhos Ilusão e desilusão! Mas tudo que faço ,vem do coração. É! Assim sou eu! Tenho meus defeitos e deslizes Mas supero-os com meus encantos Que podem não ser tantos, Mas quem se importa? O importante mesmo, É que habita em meu ser um amor à vida, E uma imensa vontade de viver! Acredito que aprendi uma lição nesta vida, lembro de uma frase dita pelos meu pai:Luiz, se você quer um Milagre da Vida... Então seja esse lindo Milagre!


3 comentários:
Oii linda...
Bom saber que meus comentários são importante para vc... Então aqui estou para dizer que seu blog é muito show e que melhor ele só a autora dele meesmo, vc é maravilhosa e um dos meus sonhos é conhecer vc pessoalmente!
BEEIJÃO!
Quando eu era criança eu sonhava que voava. Minha "rampa de lançamento" era um baú, daqueles antigos, de madeira, com alças de ferro nas laterais. Era um sonho que se repetia muito rotineiramente. Punha-me em pé sobre o baú e partia para meus vôos pelo bairro. Eu distinguia nitidamente as casas e as ruas lá embaixo. Era uma sensação de liberdade e fantasia como nenhuma outra podia me dar. Guardo-as até hoeje e, até hoje, tenho a sensação de que um dia pude voar e que com o passar do tempo desaprendi. Ainda hoje duvido de que aquilo fosse apenas sonhos. Quando eu era criança eu, realmente, podia voar.
Eu voava e as pipas que eu empinava também voavam. Mas, as pipas, para voarem, precisavam de vento. E vento é matéria prima nem sempre disponível. Às vezes ele simplesmente desaparecia. Não se importava com o garoto, alí, lata de linha na mão, a correr de um lado para outro, na tentativa de encontrá-lo. Quando todas as tentativas tinham sido feitas e nada mais restava tentar para colocar a pipa no céu, eu apelava pa a minha "arma secreta": assobiava. Não era um assobiar qualquer. Era um assobio característico, num determinado rítmo e por um determinado tempo. Não falhava. Uns três ou quatro assobios destes e o vento reaparecia, saia de seu esonderijo. Vinha aos pouquinhos, como que a contra gosto, até se tornar forte o suficiente para a pipa subir aos céus e encatar-me com seus malabarismos.
Nesta época eu tinha muito pouca coisa, mas entre as coisas que eu tinha estava o vento. Quando eu era menino eu era dono do vento.
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